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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Papa Francisco fala do diabo

O Papa Francisco recorda a existência do diabo como ser pessoal

“Quando não se confessa Jesus Cristo, se confessa a mundanidade do demônio” – assim o Papa Francisco disse na homilia de sua primeira missa, celebrada na Capela Sistina, no dia seguinte a sua eleição (…) Ele voltou a mencioná-lo outras vezes. Por exemplo: na Praça de São Pedro, falando da Jornada Mundial da Juventude, ele recordou que a alegria do cristão vem não da posse de muitos bens, mas do encontro com Jesus, “de saber que, com Ele, nunca estamos sozinhos, ainda que encontramos problemas e obstáculos, que pareçam insuperáveis – e são tantos! – no caminho da vida. E, nesta hora, vem o Inimigo, vem o Diabo”.
Em 4 de maio, durante a Missa da manhã na Casa Santa Marta, refletindo sobre as perseguições aos cristãos, o Papa falou do “ódio do Príncipe deste mundo contra todos os que foram salvos e redimidos por Jesus”.
Estas alusões reiteradas já foram notadas pela mídia, e deram lugar a uma matéria do Pe. Giandomenico Mucci, SJ, na “Civiltà Cattolica”:
“Há várias décadas, se tem escrito, a pregação católica se esqueceu que o diabo é presente nos documentos do próprio Concílio Vaticano II. Alguns teólogos têm acolhido a opinião segundo a qual Satanás ‘é fruto da fantasia humana, desenvolvida na área do paganismo e penetrada em seguida no pensamento judaico’. Se explicaria assim ‘o assombro suscitado entre crentes e não crentes pela pregação do Papa a respeito do diabo’.
O esquecimento do diabo é um fenômeno que foi marcante nestes últimos cinquenta anos. Exatamente para contrariar esta tendência – recordando as muitas menções dos Evangelhos, do Apocalipse, das Epístolas, dos Padres da Igreja, dos Concílios e do Magistério dos Papas – em 1975, durante o pontificado de Paulo VI, foi publicado um estudo da Congregação para a Doutrina da Fé intitulado ‘Fé cristã e demonologia’, que censurava a tentativa de “desmilogização da secular doutrina da Igreja sobre Satanás’ ”.
Um bom espaço no artigo do Pe. Mucci foi dedicado a largas citações do famoso discurso de Paulo VI (15.11.1972), dedicado a este tema, na catequese da audiência geral, afirmando que “uma das maiores necessidades da Igreja atualmente é a defesa contra este mal que chamamos Demônio”. O Papa Paulo VI insistiu que “o mal não é apenas uma deficiência, mas uma eficiência, um ser vivo, espiritual, pervertido e que perverte. Uma terrível realidade! Misteriosa e medonha! Deixa a esfera do ensinamento bíblico e eclesial quem se recusa a reconhecer sua existência”…
As palavras do Papa Francisco relembram então a presença do diabo, uma presença que, nas últimas décadas (…) se arrisca a ver exagerada, mas confinada sobretudo no sensacionalismo e no folclore das notícias focalizando o satanismo. Por isto mesmo, o artigo do Pe. Mucci conclui:
“Há um risco de que o cristão passe a dar excessiva importância ao diabo, seduzido pelos textos de certa imprensa ou de certos programas da TV., que induzem a se deleitar com o arrepio causado por intervenções diabólicas, presumidas ou inventadas. Satanás existe e, Deus permitindo, tenta o ser humano para o mal, e pode prejudicá-lo gravemente. Mas não pode impedir em nós nem a vida evangélica nem a eterna salvação. Ele é comparável a um cão feroz, mas amarrado a uma corrente forte. Somente pode atacar e ferir na medida em que alguém se avizinha do raio de ação concedido à besta presa a ela. Esta cadeia é Cristo”.

(EXTRAÍDO E ADAPTADO DE MATÉRIA DE:) ANDREA TORNIELLI
CITTÀ DEL VATICANO
Leia outras matérias  - Fonte: www.caminhandocomele.com.br 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Francisco, o Mensageiro de Jesus



Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio é o 266º Papa da Igreja Católica Apostólica Romana e atual chefe de estado do Vaticano, sucedendo o Papa Bento XVI, que renunciou ao papado em 28 de fevereiro de 2013.
Em sua passagem pelo Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude, que aconteceu entre os dias 23 e 28 de Julho, o Pontífice causou uma avalanche de atos de ternura. Dispensou sorrisos e apertos de mão. Abraçou fiéis, abençoou crianças, jovens e adultos, chegou a beber mate. Arrastou simpatia até dos seguranças. Pediu orações ao povo constantemente. Suscitou a ternura entre os jovens integrantes da Jornada Mundial da Juventude, bem como entre tantas outras pessoas da sociedade civil.
No seu discurso realizado no Palácio Guanabara, o papa afirma que não trouxe nem ouro nem prata. Francisco trouxe muito mais, um tesouro para todo o Brasil, algo que não se pode medir e nem calcular.
Todos os jovens puderam vivenciar momentos únicos de unidade, fraternidade e fé. “Queridos jovens, talvez alguns de vocês ainda não veja claramente o que fazer da sua vida. Peça isso ao Senhor; Ele lhe fará entender o caminho”, disse Francisco na missa de encerramento.
Papa Francisco disse que a juventude deve ser forte. Pediu coragem de “ir conta a corrente” e de “ser felizes”. “Eu tenho confiança em vocês, jovens, e rezo por vocês”, afirmou o pontífice.
Agora chegou a hora, coragem!

Fonte foto: Site Canção Nova