terça-feira, 1 de outubro de 2013

Oração de Santa Teresinha

A Vós, Santa Teresinha 
Através das Vossas súplicas e do Vosso exemplo de santidade, 
Intercedeis para que fiquemos sempre mais perto do Senhor Jesus,
E fazeis com que as vossas preces, sempre tão agradáveis ao Menino Jesus,
Descortine nossa visão, para que possamos contemplar a face do Justo Senhor
E para que, assim, sejamos abençoados em nossa caminhada de fé.
Assiste-nos, meiga e afetuosa eleita, para que o Senhor Jesus,
Estendendo sobre nós a resignação dos justos,
Faça prosperar em nossas almas a virtude do amor.
Rogamos, ainda, que pela força do nosso clamor, 
Sejamos amparados pelo teu obsequioso auxílio
Que o Senhor Jesus, com a vossa insigne intervenção,
Mantenha-se a controlar nossas alegrias e aflições,
Dando-nos o firme impulso para a nossa vocação missionária.
Amém.

Teresa de Lisieux foi uma religiosa carmelita francesa e Doutora da Igreja.
É conhecida como Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face ou, popularmente, Santa Teresinha.
Nascimento: 2 de janeiro de 1873, Alençon, França
Falecimento: 30 de setembro de 1897, Lisieux, França
Filiação: Luís Martin e Zélia Guérin

Obra: HISTORIA DE UMA ALMA
Fonte: Wikipédia

Nenhum cristão pode abrir mão de ser missionário

Brasília, 01 de Outubro de 2013.

Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil.Educá-los na missão, a sair, a pôr-se em marcha, a estar sempre nas ruas pela fé.

Assim fez Jesus com seus discípulos: não os manteve apegados a Ele como a galinha aos pintinhos; os enviou. [...] Empurremos os jovens para que saiam.” (Francisco, 27/07/2013)
Chegou, mais uma vez, o “Mês Missionário”. Já é tradição dedicarmos este mês à reflexão sobre esta dimensão que faz parte de nossa vida cristã. Nenhum cristão pode abrir mão de ser missionário, uma vez que esta realidade é intrínseca ao Batismo. Podemos atuar missionariamente de maneiras diferentes, mas todos acolhem o mesmo mandato de Jesus Cristo:“Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19).Há tempo estou percebendo – e me alegrando! – que os conceitos “missão” e “missionário” vêm sendo acolhidos normalmente pelas novas gerações. “Ser missionário” ou “fazer missão” ou algo deste gênero, já não remete mais à ideia exclusiva dos louváveis missionários e missionárias, quase sempre sacerdotes e consagrados, que se deslocavam de terras estrangeiras para conviver e servir à evangelização em nosso país, principalmente nos lugares mais desafiadores. Hoje, com muita naturalidade, os jovens estão se apropriando destes termos e buscando formas novas de fazerem valer esta sua vocação batismal. Isto é maravilhoso! Saibamos valorizar esta realidade para que eles possam, ali onde vivem, testemunhar mais fortemente ao mundo a gratuidade do serviço em prol dos mais desfavorecidos, sofredores e esquecidos de nossa realidade.Na JMJ Rio 2013 nossos jovens foram, de maneira intensa e celebrativa, provocados a entenderem e vivenciarem este chamado. Certamente voltaram para suas casas, comunidades, grupos, paróquias, escolas, animados em fazer valer o que o Papa Francisco soube tão bem motivar. E agora nos vem uma dúvida: o que eles estão encontrando em nossos ambientes? Não basta Jesus Cristo enviar estes seus jovens discípulos, nem o Papa motivá-los à missão se eles não forem colocados em situação de desenvolvimento deste mandato.
Há muita energia de amor e serviço concentrada no coração e nos sonhos dos jovens, aguardando ocasiões propícias para sua propagação. A fala do Papa na Catedral do Rio foi muito direta aos adultos, evangelizadores e educadores da juventude: cabe a nós a responsabilidade de educar os jovens para a missão,empurrando-os às ruas para que sejam protagonistas de uma nova história, a partir da fé em Jesus Cristo e de sua vivência eclesial.
Como obedecer ao Sucessor de Pedro, concretizando isto que ele nos pede?Estamos no fim do “Ano da Juventude” e do “Ano da Fé”.
Esta bonita coincidência é, para nós brasileiros, provocação de Deus a um trabalho mais consistente e criativo para que os jovens, convictos e formados à luz da fé, se tornem profetas proativos na realidade sociocultural em que se encontram. Assim, não percamos o precioso momento das nossas Assembleias e Reuniões de avaliação e planejamento que acontecem normalmente agora, por exemplo, em nossas Paróquias, Dioceses, Regionais, Pastorais, Congregações Religiosas, Movimentos para operacionalizarmos algumas das propostas contempladas no Texto-base da Campanha da Fraternidade 2013 e, principalmente, nas 8 Linhas de Ação do Documento 85, “Evangelização da Juventude – Desafios e Perspectivas Pastorais”. Ali encontramos uma riqueza imensa de reflexões e sugestões que, acrescida a este contexto juvenil pelo qual estamos passando, proporcionarão novos tempos aos nossos jovens, às nossas comunidades, à sociedade.
As celebrações litúrgicas deste mês, embelezadas pela comemoração de grandes apóstolos, evangelistas, santos e santas se tornam, também, ocasião propícia para apresentar aos jovens, de maneira criativa, estes testemunhos missionários.Santa Terezinha do Menino Jesus – Padroeira das Missões – aumente em nós a consciência missionária de nossa vida cristã!São Francisco de Assis – Protetor dos Desamparados – nos ajude a crescer na sensibilidade e nos gestos concretos de amor junto aos mais abandonados de nossos ambientes!Nossa Senhora Aparecida – Mãe amada do Brasil – interceda pela nossa conversão pastoral a favor da cultura da acolhida às juventudes que estão ao nosso redor!Que o DNJ (Dia Nacional da Juventude) a ser celebrado no final deste mês missionário atinja o maior número possível de adolescentes e jovens que estão sob sua responsabilidade, para que neles sejam fortalecidos os nobres sonhos de Deus de vida plena para todo seu povo.
Com estima e orações,
Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB
Fonte: www.jovensconectados.org.br 

Comissão prepara grande mobilização

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, enviou carta aos padres e responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil. No texto, o bispo deseja que o Dia Nacional da Juventude (DNJ), a ser celebrado no final deste mês missionário, atinja o maior número possível de adolescentes e jovens.
Confira o texto na íntegra:
 Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil.
“Educá-los na missão, a sair, a pôr-se em marcha, a estar sempre nas ruas pela fé. Assim fez Jesus com seus discípulos: não os manteve apegados a Ele como a galinha aos pintinhos; os enviou. [...] Empurremos os jovens para que saiam.”
(Francisco, 27/07/2013)
Chegou, mais uma vez, o “Mês Missionário”. Já é tradição dedicarmos este mês à reflexão sobre esta dimensão que faz parte de nossa vida cristã. Nenhum cristão pode abrir mão de ser missionário, uma vez que esta realidade é intrínseca ao Batismo. Podemos atuar missionariamente de maneiras diferentes, mas todos acolhem o mesmo mandato de Jesus Cristo: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19).
Há tempo estou percebendo – e me alegrando! – que os conceitos “missão” e “missionário” vêm sendo acolhidos normalmente pelas novas gerações. “Ser missionário” ou “fazer missão” ou algo deste gênero, já não remete mais à ideia exclusiva dos louváveis missionários e missionárias, quase sempre sacerdotes e consagrados, que se deslocavam de terras estrangeiras para conviver e servir à evangelização em nosso país, principalmente nos lugares mais desafiadores. Hoje, com muita naturalidade, os jovens estão se apropriando destes termos e buscando formas novas de fazerem valer esta sua vocação batismal. Isto é maravilhoso! Saibamos valorizar esta realidade para que eles possam, ali onde vivem, testemunhar mais fortemente ao mundo a gratuidade do serviço em prol dos mais desfavorecidos, sofredores e esquecidos de nossa realidade.
Na JMJ Rio 2013 nossos jovens foram, de maneira intensa e celebrativa, provocados a entenderem e vivenciarem este chamado. Certamente voltaram para suas casas, comunidades, grupos, paróquias, escolas, animados em fazer valer o que o Papa Francisco soube tão bem motivar. E agora nos vem uma dúvida: o que eles estão encontrando em nossos ambientes? Não basta Jesus Cristo enviar estes seus jovens discípulos, nem o Papa motivá-los à missão se eles não forem colocados em situação de desenvolvimento deste mandato. Há muita energia de amor e serviço concentrada no coração e nos sonhos dos jovens, aguardando ocasiões propícias para sua propagação. A fala do Papa na Catedral do Rio foi muito direta aos adultos, evangelizadores e educadores da juventude: cabe a nós a responsabilidade de educar os jovens para a missão, empurrando-os às ruas para que sejam protagonistas de uma nova história, a partir da fé em Jesus Cristo e de sua vivência eclesial.
Como obedecer ao Sucessor de Pedro, concretizando isto que ele nos pede?  Estamos no fim do “Ano da Juventude” e do “Ano da Fé”. Esta bonita coincidência é, para nós brasileiros, provocação de Deus a um trabalho mais consistente e criativo para que os jovens, convictos e formados à luz da fé, se tornem profetas proativos na realidade sociocultural em que se encontram. Assim, não percamos o precioso momento das nossas Assembleias e Reuniões de avaliação e planejamento que acontecem normalmente agora, por exemplo, em nossas Paróquias, Dioceses, Regionais, Pastorais, Congregações Religiosas, Movimentos para operacionalizarmos algumas das propostas contempladas no Texto-base da Campanha da Fraternidade 2013 e, principalmente, nas 8 Linhas de Ação do Documento 85, “Evangelização da Juventude – Desafios e Perspectivas Pastorais”. Ali encontramos uma riqueza imensa de reflexões e sugestões que, acrescida a este contexto juvenil pelo qual estamos passando, proporcionarão novos tempos aos nossos jovens, às nossas comunidades, à sociedade.

As celebrações litúrgicas deste mês, embelezadas pela comemoração de grandes apóstolos, evangelistas, santos e santas se tornam, também, ocasião propícia para apresentar aos jovens, de maneira criativa, estes testemunhos missionários.  Santa Terezinha do Menino Jesus – Padroeira das Missões – aumente em nós a consciência missionária de nossa vida cristã! São Francisco de Assis – Protetor dos Desamparados – nos ajude a crescer na sensibilidade e nos gestos concretos de amor junto aos mais abandonados de nossos ambientes!
Nossa Senhora Aparecida – Mãe amada do Brasil – interceda pela nossa conversão pastoral a favor da cultura da acolhida às juventudes que estão ao nosso redor! Que o DNJ (Dia Nacional da Juventude) a ser celebrado no final deste mês missionário atinja o maior número possível de adolescentes e jovens que estão sob sua responsabilidade, para que neles sejam fortalecidos os nobres sonhos de Deus de vida plena para todo seu povo.
Com estima e orações,

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB
Fonte: www.cnbb.org.br 

Padre Brochero, beatificado na Argentina, evocado pelo Papa como modelo para todos os padres

Após as Ave-Marias, o Santo Padre recordou que ontem, sábado, na Argentina, foi proclamado Beato José Gabriel Brochero, padre da diocese de Córdoba, nascido em 1840 e falecido em 1914. “Animado pelo amor de Cristo, dedicou-se inteiramente ao seu rebanho, para levar todos ao Reino de Deus, com imensa misericórdia e zelo pelas almas”
O Papa sublinhou que Padre Brochero “estava com as pessoas e procurava levar o maior número possível a fazer os exercícios espirituais”. Mencionou também o facto de que na fase final da sua vida, ficou cego e leproso, mas sempre “cheio de alegria, a alegria do bom Pastor, a alegria do pastor misericordioso”. E prosseguiu, em espanhol: “Desejo unir-me à alegria da igreja na Argentina pela beatificação deste pastor exemplar, que a dorso de mula percorreu incansavelmente os áridos caminhos da sua paróquia, procurando, casa por casa, as pessoas que lhe tinham sido encomendadas, para as levar a Deus”
O Papa concluiu esta referência ao novo Beato convidando a pedir a Cristo para que, por sua intercessão, “se multipliquem os sacerdotes que, imitando padre Brochero, entreguem a sua vida ao serviço da evangelização, tanto de joelhos diante do crucifixo, como também dando testemunho por todo o lado, do amor e da misericórdia de Deus. Voltando a falar em italiano, o Papa Francisco recordou que decorreu em Turim, , a Semana Social dos Católicos Italianos, tendo como tema “Família, esperança e futuro para a sociedade italiana”. Saudando os participantes, congratulou-se pelo “grande empenho que existe na Igreja em Itália com as famílias e pelas famílias e que é também – disse – um forte estímulo para as instituições e para todo o país. “Coragem! Para a frente, por este caminho da família!”
A propósito da Beatificação do Padre Brochero, o Santo Padre enviou ao arcebispo de Santa Fé, D. José Maria Arancedo, Presidente da Conferência Episcopal Argentina, uma Carta em que se congratula com esta beatificação e evoca a figura deste “pastor com o odor das ovelhas, que se fez pobre entre os pobres, que lutou sempre para estar muito perto de Deus e das pessoas, que fez e continua a fazer tanto bem, como uma carícia de Deus ao nosso povo que sofre”.
“Apraz-me pensar hoje em Brochero pároco, sobre a sua mula “malacara”, percorrendo as áridas e desoladas estradas dos 200 quilômetros quadrados da sua paróquia, procurando casa por casa os vossos bisavós e avós para perguntar se precisavam de alguma coisa e para os convidar a fazer os exercícios espirituais de Santo Inácio de Loyola. Conheceu todos os cantos da sua paróquia. Não ficou na sacristia a pentear as ovelhas”:
“O Cura Brochero – prossegue o Papa Bergoglio – era uma visita do próprio Jesus a cada família. Levava consigo a imagem da Virgem, o livro das orações com a Palavra de Deus e as coisas necessárias para celebrar a Missa quotidiana.” “Brochero falava de um modo que todos percebiam porque lhe vinha do coração, da fé e do amor que ele tinha por Jesus”.
Na sua carta ao Presidente dos Bispos Argentinos, o Papa recorda que Padre Brochero “colocou a oração no centro da sua acção pastoral”. Passava horas “diante do Crucifixo para conhecer, sentir e apreciar o imenso amor do coração de Jesus, e tudo se concluía com o perdão de Deus na confissão, com um sacerdote cheio de caridade e misericórdia. Tantíssima misericórdia!”
O Santo Padre exalta “esta coragem apostólica de Brochero, cheio de zelo missionário”. Numa beatificação – observa o Papa – é muito importante a atualidade pastoral: “Padre Brochero tem a atualidade do Evangelho, foi um pioneiro que percorreu as periferias geográficas e existenciais para a todos levar o amor, a misericórdia de Deus”. Não ficou no seu escritório paroquial. “Saiu à busca das pessoas, como um sacerdote da rua, na fé. É isto o que Jesus quer hoje, discípulos missionários! Viajantes da fé”.
“Brochero – prossegue ainda Papa Francisco na sua Carta – era um homem normal, frágil, como qualquer um de nós, mas conheceu o amor de Jesus, deixou plasmar o seu coração pela misericórdia de Deus”. Ele soube “sair da gruta do egoísmo mesquinho que todos temos, vencendo-se a si mesmo, superando com a ajuda de deus aquelas forças interiores das quais o demônio se serve para nos encadear no comodismo, na busca do divertimento momentâneo”. Brochero “escolheu o sacrifício de trabalhar pelo Reino de Deus, pelo bem comum que a imensa dignidade de cada pessoa merece como filho de Deus”. “Deixemos que o Cura Brochero entre hoje, com mula e tudo, na casa do nosso coração e nos convide à oração, ao encontro com Jesus, que nos liberta das cadeias das sairmos pelas ruas a procurar o irmão, a toca a carne de Cristo naquele que sofre e tem necessidade do amor de Deus” – conclui o Papa. (PG)

Fonte: Rádio Vaticana

Taxa de mortalidade infantil no Brasil cai 77% em 20 anos

Na divulgação do relatório pelo UNICEF em Nova Iorque, o Brasil é apresentado como um dos países que têm conseguido reduzir de forma significativa a taxa de mortalidade na infância por meio de estratégias efetivas.
O Brasil conseguiu atingir o ODM 4 (Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 4 - diminuir em dois terços a taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos até 2015) em 2012, três anos antes do prazo estabelecido. A taxa de mortalidade de menores de 5 anos no país caiu 77% entre 1990 e 2012 graças a uma combinação de estratégias: a criação de um Sistema Único de Saúde com foco na atenção primária de saúde, melhoria no atendimento materno e ao recém-nascido e esforços para prestar assistência à saúde no nível comunitário, melhoria das condições sanitárias, aumento do conhecimento das mães, promoção do aleitamento materno, expansão da imunização e criação de iniciativas de proteção social como o programa de transferência de renda Bolsa Família.
Para os países como o Brasil, cuja taxa da mortalidade na infância está abaixo de 20/1000, o desafio agora é reduzir essa taxa nas populações mais vulneráveis.
Outro exemplo é Bangladesh, cuja taxa de mortalidade de menores de 5 anos caiu 72% entre 1990 e 2012, principalmente graças ao aumento da imunização infantil, ao uso da terapia de reidratação oral no tratamento da diarreia e à complementação de vitamina A. A expansão da rede de agentes comunitários de saúde também melhorou a qualidade do atendimento à saúde e aumentou o uso das unidades de saúde. Aumento do poder das mulheres, educação das mães, melhora da saúde materna e implementação de estratégias para reduzir a pobreza também contribuíram para reduzir as mortes na infância.
A Etiópia, um copatrocinador do "Call to Action" (Chamada à Ação), também registrou grande progresso na redução da taxa de mortalidade de menores de 5 anos: uma notável redução de 67% desde 1990. O programa de expansão da saúde implementado na Etiópia é um exemplo da fundamental importância dos agentes comunitários de saúde para a assistência de qualidade às crianças e mães em áreas remotas. O programa, lançado em 2004, atualmente emprega 38 mil funcionárias da área de saúde pagas pelo governo. O UNICEF apoia o programa por meio da provisão de suprimentos tais como equipamento para armazenagem de vacina, camas e medicamentos para parto e apoio à capacitação de agentes de saúde. O programa também oferece tratamento para desnutrição aguda severa, diarreia, malária e pneumonia.
A má notícia é que se a atual situação no mundo permanecer e investimentos não forem realizados, essa redução da taxa de mortalidade nas populações mais vulneráveis, de países como o Brasil, não será reduzida e cerca de 35 milhões de crianças menores de 5 anos podem morrer.
Fonte: www.unicef.org 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Semear gratidão

Disse Willian Shakespeare, “A gratidão é o único tesouro dos humildes.”
Benjamim Constant lembra que “a gratidão tem memória curta”.

Ser grato é reconhecer uma boa ação realizada pelo próximo. Ser grato por fazer algo bom a alguém, sem esperar nada em troca.
Gratidão, uma das características mais importantes da fé cristã. Ter um coração agradecido ao Altíssimo por tudo que Ele tem feito aos seus filhos. Esta é uma qualidade de quem crê em Deus.
A gratidão traz junto dela outros sentimentos, tão importantes e, infelizmente, cada vez mais raros de se ver: amor, amizade, fidelidade, compaixão, unidade e muitos outros.

Assim diz o Salmo 91, 2-3:
“É bom rendermos graças ao Senhor,
celebrar o teu nome, Deus Altíssimo;
proclamar de manhã o teu amor,
tua fidelidade noite afora”.
Na primeira carta aos Tessalonicenses podemos conferir a recomendação que nos é dada no capítulo 5, versículo 18. “Em todas as circunstâncias, dai graças, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em Cristo Jesus.”

A sociedade precisa urgentemente de pessoas dispostas a semear este sentimento, gratuito, que só gera emoções positivas e, consequentemente, ações nobres. Podemos começar por um simples, muito obrigado!
O remédio é: uma dose de gratidão diária. Faz bem para a vida, faz bem para a alma.
* 21 de setembro, dia Mundial da Gratidão.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

No perdão está todo o Evangelho

A Praça de São Pedro coloriu-se hoje de guarda-chuvas amarelos, verdes, vermelhos, pretos, dos milhares de pessoas que desafiaram a chuva em Roma para ouvir o Santo padre e rezar com a ele, ao meio dia, a Ave Maria do Angelus; pessoas corajosas como o Padre Brochero, beatificado ontem na Argentina e que saía debaixo da chuva montado na sua mula para ir à casa dos fieis, disse o Papa depois do Angelus…
Mas antes ainda comentou o capitulo XV do Evangelho de São Lucas, que contém as três parábolas da misericórdia: a da ovelha tresmalhada, a da moeda perdida e a do pai e dos dois filhos, o filho pródigo e o filho que se considera justo, santo.
Todas estas parábolas – disse o Papa – falam da alegria de Deus, a alegria de perdoar, a alegria de perdoar, repetiu, dizendo que "nisto está todo o Evangelho, todo o Cristianismo".
E não se trata de sentimento, nem é uma questão de sermos bonzinhos., frisou, esclarecendo que se trata antes pelo contrário de misericórdia...
(…) A misericórdia é a verdadeira força que pode salvar o homem e o mundo do “cancro” que é o pecado, o mal moral, espiritual. Só o amor preenche os vazios, as voragens negativas que o mal abre nos nossos corações e na história. Só o amor pode fazer isto. E esta é a alegria de Deus”

Jesus é todo Ele misericórdia, amor: É Deus feito homem. Cada um de nós é aquela ovelha tresmalhada, aquela moeda perdida; cada um de nós é aquele filho que desperdiçou a própria liberdade, seguindo falso ídolos, miragens de felicidade, e perdeu tudo – prosseguiu o Papa – recordando que Deus não se esquece de nós, não nos abandona…
O Pai não nos abandona nunca. É um pai paciente. Espera sempre por nós. Respeita a nossa liberdade, mas permanece sempre fiel. E quando voltamos para ele, acolhe-nos como filhos, na sua casa, porque nunca cessa, nem sequer por um instante de nos esperar, com amor. O seu coração põe-se em festa por cada filho que volta. Põe-se em festa porque é alegria. Deus tem esta alegria quando um de nós, pecador, dirige-se a Ele e pede perdão”.
Mas atenção, há um perigo, advertiu o Papa. O perigo de termos a presunção de sermos justos e de julgarmos os outros. De julgarmos mesmo a Deus, que a nosso ver “deveria castigar os pecadores, condená-los à morte, em vez de perdoar, exatamente como o filho maior da parábola que se chateia com o pai por ele ter acolhido com uma festa o filho que regressou.
Se no nosso coração não há a misericórdia de Deus, a alegria do perdão, não estamos em comunhão com Deus mesmo que, mesmo que observemos todos os preceitos, porque é o amor que salva, disse o Papa continuando:
É o amor por Deus e pelo próximo que dá cumprimento a todos os mandamentos. É isto o amor de Deus, a sua alegria, perdoar! Espera-nos sempre! Talvez alguém tenha no seu coração algo que lhe pesa… fiz isto, fiz aquilo… Ele te espera, ele é pai, espera-nos sempre!”
O Papa recordou ainda que se vivermos segundo a lei do “olho por olho, dente por dente”, nunca sairemos da espiral do mal, pois que o maligno é espertalhão e nos ilude de que com a nossa justiça humana podemos salvar-nos, mas na realidade é só a justiça de Deus que nos pode salvar. E a justiça de Deus revelou-se na Cru: a Cruz é o julgamento de Deus sobre cada de nós neste mundo. Ele julga-nos dando a sua vida por nós… Um ato supremo de justiça, de misericórdia… É este o caminho que Jesus nos convida a seguir…
Jesus convida-nos a seguir este caminho: “Sede misericordiosos, como o Pai vosso é misericordioso
O Papa concluiu dirigindo pedindo a todos, a cada um que rezasse em silêncio por uma pessoa com a qual está chateada, não se entende bem…
Pensemos nela em silêncio, neste momento, rezemos por ela e tornemo-nos misericordioso, com essa pessoa…”
O Papa invocou depois Nossa Senhora, rainha da misericórdias por todas essas intenções, rezando o Angelus com os presentes…
Fonte: news.va